lx16 – "Batalha de Sombras" (reescrito)

data: 07 mar (inauguração plas 17:00) a 14 jun 2009
encontros (complementares ) no auditório :
I – 30 mai 17:00 com Emília Tavares, Lúcia Marques e Jorge Silva Melo;
II – 06 jun 17:00 com Emília Tavares, Carlos Afonso e DiasVarela Pécurto
local : vila franca de xira- portugal, museu do neo-realismo , rua alves redol 45, tel. 351 263285626,
neorealismo@cm-vfxira.pt, gps lat ; long
acessos :
horário: ter a sex 10:00 às 19:00; sab 15:00 às 22:00; dom 11:00 às 18:00
preço :
nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia
COLECÇÃO DE FOTOGRAFIA PORTUGUESA DOS ANOS 50 inclui trabalhos de Carlos Calvet (1928), Gérard Castello-Lopes (1925), Carlos Afonso Dias (1930), Franklin Figueiredo (1915 – 2003), Eduardo Harrington Sena (1923 – 2007), Fernando Lemos (1926), Adelino Lyon de Castro (1910 – 1953), João Martins (1898 – 1972), António Paixão (1915 – 1986), Victor Palla (1922 – 2006), Varela Pécurto (1925), Frederico Pinheiro Chagas (1919 – 2006), Sena da Silva (1926 – 2001), Fernando Taborda (1920 – 1991)
“A colecção de fotografia do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, foi iniciada em 1999, com o processo de doação das obras fotográficas de Fernando Lemos, pela A. T. Kearney, Portugal.Na continuidade desta política de actualização dos acervos, foram incorporadas na colecção, através de aquisições e doações, um conjunto de obras fotográficas representativas das dinâmicas da fotografia portuguesa ao longo da década de 50, momento particularmente interessante e mal estudado da sua história.A fotografia portuguesa, neste período, reflecte de forma ímpar muitas das dissonâncias e conflitos estéticos então vividos, que só podem ser lidos e entendidos em articulação e cruzamento permanente com todas as outras áreas da vida cultural, social e política neste período.A “batalha de sombras” que estas imagem evocam, é a repercussão duma sociedade cada vez mais polarizada entre a perpetuação duma ilusão e o desengano, produzindo imagens ensombradas por uma cultura fotográfica e artística pouco debatida, ignorando-se mutuamente, e em que cada imagem é a expressão dum dilema entre a “arte pela arte” e as rupturas (im)possíveis em prol duma arte de dimensão e participação social e humanista.Mais do que uma batalha entre tradição e inovação assistimos a uma ambivalência entre representação e apresentação, técnica e inspiração, alta e baixa cultura, estética e ética, arte e ideologia. Na década de 50, todas as dissonâncias e incoerências são o reflexo duma relação interrogativa, se bem que muitas vezes inconsciente, do objecto fotográfico face aos diversos entendimentos estéticos da cultura portuguesa, assim como da sua história.Os autores e obras aqui apresentadas percorrem aspectos de grande diversidade, desde a fotografia amadora associativa e o meio salonista a ela associado, abordando a produção de autores inéditos, os amadores “anti-salonistas”, a fotografia no contexto dos movimentos neo-realista e surrealista, assim como a vocação ilustrativa e de inventário do objecto fotográfico. A apresentação desta colecção de fotografia do MNAC-MC, assenta numa interrogação crítica de toda esta diversidade, permitindo a constatação de ritmos múltiplos na sua articulação, que levantam debates subjacentes ao objecto fotográfico de interesse generalizado actualizado, nacional e internacionalmente”

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