lx02 – António Júlio Duarte – "Jesus Never Fails"


material de divulgação da exposição
data : 24 jan a 15 mar 2009
local : lisboa – portugal, Museu da Electricidade (Sala do Cinzeiro 8), Av. de Brasília, Central Tejo, tel. 351 210028190 fundacaoedp@edp.pt
horário : 3a a domingo, das 10:00 à 01:00 (sim! uma da manhã!)
preço : entrada livre
nota : ver pf calendário global das exposições existentes no post calendário de exposições de fotografia

exposição composta por fotografias tiradas em Goa.
mais infomações sobre o trabalho do autor, incluindo fotos desta exposição pode ser visto em:
http://www.antoniojulioduarte.com/

Como chegar:
Entrada normal do Museu: portão poente Entrada no período de Inverno:
portão da báscula (junto ao Tejo)
Transportes:
Eléctrico: 15; Autocarros: 28 – 714 – 727 – 729 – 751; Comboio: Cais do Sodré – Cascais (Estação de Belém); Barco: Trafaria – Belém e Cacilhas – Belém

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Uma resposta to “lx02 – António Júlio Duarte – "Jesus Never Fails"”

  1. Anonymous Says:

    Acabámos de visitar esta exposição que recomendamos. Faltam poucos dias para encerrar e tem a vantagem de ter outra ali ao lado (com fotografias, pintura etc.) também interessante.São uma série de fotografias todas de igual formato (slidshow no link da notícia) em que nos é mostrada uma Índia – mais concretamente Goa – diferente do bilhete postal. [ A propósito: o Filme quem quer ser Milionário entre os Óscares recebidos um foi o da fotografia. E também o bilhete postal ausente]. Mas também não é uma exposição sobre uma índia misarabilista, de castas, sobrepopulosa…O peso da natureza (terra, ervas, humidade e muita, água e vestígios dela por todo o lado) é grande, por vezes dominador. E os cães, pessoas e pássaros por esta e diferentes ordens.E pessoas que trabalham, brincam, meditam, improvisam artefactos (telefones aprisinados, vasos originais, colchões que são portões) e práticas. E na natureza tudo se transforma. Pensávamos erradaments que o Jesus Never Fails (também título de um Gospel) estaria relacionado com a aparente harmonia do quotidiano com a natureza revelada pelas fotos. Afinal…foi uma partida que o autor nos fez: circulava então pelas ruas uma autocarro de propaganda religiosa com esses dizeres. O autor fez a foto, inspirou-se nela para o título da expo e…excluiu a foto da dita exposição.

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